22 de set. de 2012

Primavera, eu sonho!

Eu quero um dia lindo
Perfumando caminho
Luzes coloridas,
Pedras amortecidas.

Eu sonho!

Quero alegria
...
Quero magia.
O tempo das flores trará
Harmonia.

Eu sonho!

Mais carinho!
Calor no meu ninho
Para trás
Redemoinho.

Eu sonho!

Primavera chegou
Meu sonho
Acordou...

Márcia Alcântara
Esperando as horas para a primavera chegar, 2012.

...


8 de set. de 2012

Eu Passo

Ando pelo dia
Vago pela noite
De dia e de noite
Realizo sonhos.

Não é fácil.
Por túneis
E pontes...
Eu passo!

Na alegria
Na tristeza
Aos poucos
Tudo passa.

É como se o negativo
Em positivo
Transformasse.
E então, eu passo.
No aro de fogo.
Na nevoa gelada
No ar da parada
Em tudo, eu passo.

E como magia vou
Caminhando
No passo do
Compasso.
 
Márcia Alcântara
Inverno, já setembro, 2012.

3 de jun. de 2012


Muitas vezes não damos chance ao Tempo. Muitas vezes, e repetidas vezes o ignoramos e nem se quer damos a ele a chance de se explicar. Na verdade,  ele não se explica, ele simplesmente age, e nós pacatos não percebemos que ele trabalha intensamente, incansavelmente  a nosso favor.

Assim,  o Tempo teima em nos presentear... Com Versos, com delicada fragrância de Café que permanece quente ao longo dos séculos e imortalizado, agora, em mim, está... Feliz.

Márcia Alcântara
É outono de 2012.

ANTOLOGIA CAFÉ COM VERSO
O Lançamento da obra, confraternização dos autores e autógrafos se dará no estande da Editora Delicatta na Bienal Internacional do Livro de São Paulo
no dia 11/08 as 13 horas
Organização Penélope Lsteak

2 de jan. de 2012

O título poderia ser grosseiro...

A Filosofia de antes me parecia um tanto mais encantadora, hoje é apenas repetições, por vezes mau contadas, do que se julga que tenha ocorrido antes. Como vamos ficar no futuro? Sem a Filosofia de agora, pois a de agora é contar a Ágora de ontem...amanhã a ontem não teremos, só a de anteontem...

Marcia Alcântara
escrito filosofico primeiro de 2012...

24 de nov. de 2011

Apenas um ensaio...um pensamento perdido!

Filosofia antes vista como magia
Antes poesia, astronomia...
Tudo rimava
Virou paixão, seduziu a razão
Era policia muitas vezes cínica
E todas as outras,  criticas.
Eram realidades
Políticas do outro
De todos os outros
Era um concerto
Um alivio ao tormento
Era foco principal na jornada.
Hoje desconcerto.
Jogada,largada num acostamento
Qualquer de larga estrada
Estrada de muitas saídas
Mas imperceptivelmente
De uma só entrada...
Marca-se por onde se deve sair,
Mas não há olhar que veja ou
Que tenha visto, em algum
Lapso de vida
Que na placa de entrada da estrada
Que permitiam em si todas as saídas,
As palavras formavam:
FILOSOFIA.


Marcia Alcantara
Por do sol de primavera 2011